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Geral

Baixada Santista é mais um dos desastres da chuva no Sudeste

04/03/2020 às 07:08 leitura em 2 min
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Belo Horizonte teve em janeiro o dia mais chuvoso já registrado na cidade e o mês com maior volume de chuva na série histórica centenária da cidade com quase 1000 mm. O mês de fevereiro foi o mais chuvoso na capital mineira em 40 anos. São Paulo registrou o fevereiro com mais chuva desde o começo das medições nos anos 40. Choveu 496,7 mm. Rio de Janeiro e Espírito Santo enfrentaram episódios de chuva extrema também com mortos e destruição.

Esse verão das águas no Sudeste teve ontem mais um extremo e que castigou a Baixada Santista. Até às 20h de ontem, havia 16 mortos confirmados e ao redor de 30 desaparecidos, sobretudo em deslizamentos (foto).

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Os volumes foram extraordinários. Os acumulados em 48h foram de 330 mm em Santos e 360 mm no Guarujá. Não foi situação que surpreendeu. Aqui em metsul.com, na segunda-feira, a MetSul advertia de chuva excessiva no litoral paulista com risco de deslizamentos e inundações.

Uma área de alta pressão a Sudeste do Rio Grande do Sul e um centro de baixa pressão na costa do Sudeste geram fluxo de umidade do mar pro continente. O vento úmido ao encontrar o relevo da Serra do Mar se resfria e gera chuva (orográfica) que não raro é excessiva. A Baixada Santista e o Rio de Janeiro estão entre o mar e a Serra, o que faz destas áreas muito suscetíveis a eventos extremos de chuva.

 

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